Em algum momento, finalmente, houve uma explosão de raiva contra uma vida de cuidar do outro, de falta de apoio, de falta de compreensão. Foi uma necessidade tamanha que nada era suficiente. Era preciso compreensão e companherismo 100%. Nada menos do que isso. Não cabia mais em outras pessoas. Não havia tempo, nem amor para ninguém. E agora ainda há raiva, mas há a dor de deixar um algo tão bonito ir embora, especialmente assim: em meio a minha descrença e desamor.
"Deixamos de nos ver fazendo algum sentido
Amanhã ou depois, tanto faz se depois
For nunca mais... nunca mais"
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sábado, 17 de dezembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Um dia eu vou conseguir manter minha boca fechada, esse dia não é hoje:
“Adriana Lima creditou a silhueta bem torneada à intensa rotina diária de exercícios aeróbicos e aulas de boxe aliados à rigorosa dieta: nove dias antes do desfile, ela parou de comer alimentos sólidos e só ingeriu shakes de proteínas e, 12 horas antes de encarar a passarela, parou de ingerir qualquer líquido. ‘Sei que é uma medida drástica, mas tenho mente de atleta e agradeço por poder fazer isso. Não sigo dietas malucas o ano inteiro, faço apenas nesta ocasião’”
Eu não consigo nem cogitar a hipótese de submeter meu corpo a um sacrifício desses uma vez por ano. Garotas por aí olham mulheres como essa e acham que é assim q você fica no ponto certo. Isso acreditando MESMO que ela está falando sério. Porque para mim dieta maluca é aquela que você se propõe a cortar tudo o que você gosta. Isso aí é suicídio. Um atentado direto contra a saúde que passa muito da linha das dietas “malucas”.
“Adriana Lima creditou a silhueta bem torneada à intensa rotina diária de exercícios aeróbicos e aulas de boxe aliados à rigorosa dieta: nove dias antes do desfile, ela parou de comer alimentos sólidos e só ingeriu shakes de proteínas e, 12 horas antes de encarar a passarela, parou de ingerir qualquer líquido. ‘Sei que é uma medida drástica, mas tenho mente de atleta e agradeço por poder fazer isso. Não sigo dietas malucas o ano inteiro, faço apenas nesta ocasião’”
Eu não consigo nem cogitar a hipótese de submeter meu corpo a um sacrifício desses uma vez por ano. Garotas por aí olham mulheres como essa e acham que é assim q você fica no ponto certo. Isso acreditando MESMO que ela está falando sério. Porque para mim dieta maluca é aquela que você se propõe a cortar tudo o que você gosta. Isso aí é suicídio. Um atentado direto contra a saúde que passa muito da linha das dietas “malucas”.
sábado, 19 de novembro de 2011
Telemarketing e eu
Eu ODEIO telemarketing.
E não é (só) porque eles me ligam e enchem minha paciência, geralmente naquele momento que estou ocupada. Quem dera a relação fosse tão simples.
Telemarketing é desrespeitoso, invasivo e muitas vezes coercivo. Eu tenho pena de quem vende em telemarketing. O que eles fazem é lavagem cerebral. As pessoas perdem a medida do que estão fazendo com outras pessoas!
Eles são orientados a não dar todas as informações (já teve que perguntar várias informações que eles simplesmente não falaram? Pois é); mentem descaradamente (“Só gostaríamos de lhe mostrar nossas promoções!!”), seus líderes dizem coisas como “Depois de 7 ‘não’s’ você tem possibilidade de vender”. Bom eu acho que depois de dizer não sete vezes eu dava minha mão esquerda para me livrar de você vendedor chato. Isso não é técnica de venda, isso é invadir o cliente e se aproveitar do cansaço, das regras de boa educação das pessoas.
Sem falar que não dar tempo para uma pessoa pensar em uma negociação é realmente muito comum e comprovadamente eficiente, em golpes! Toda hora vemos no jornal relatos de pessoas que contam como foram enganadas porque simplesmente não puderam pensar e então trocaram seu dinheiro pelo bilhete premiado. Parabéns telemarketing por usar um truque tão bom e velho!
E não termina aqui. Porque mais do que telemarketing, eu odeio o telemarketing da Abril. Próximo post.
E não é (só) porque eles me ligam e enchem minha paciência, geralmente naquele momento que estou ocupada. Quem dera a relação fosse tão simples.
Telemarketing é desrespeitoso, invasivo e muitas vezes coercivo. Eu tenho pena de quem vende em telemarketing. O que eles fazem é lavagem cerebral. As pessoas perdem a medida do que estão fazendo com outras pessoas!
Eles são orientados a não dar todas as informações (já teve que perguntar várias informações que eles simplesmente não falaram? Pois é); mentem descaradamente (“Só gostaríamos de lhe mostrar nossas promoções!!”), seus líderes dizem coisas como “Depois de 7 ‘não’s’ você tem possibilidade de vender”. Bom eu acho que depois de dizer não sete vezes eu dava minha mão esquerda para me livrar de você vendedor chato. Isso não é técnica de venda, isso é invadir o cliente e se aproveitar do cansaço, das regras de boa educação das pessoas.
Sem falar que não dar tempo para uma pessoa pensar em uma negociação é realmente muito comum e comprovadamente eficiente, em golpes! Toda hora vemos no jornal relatos de pessoas que contam como foram enganadas porque simplesmente não puderam pensar e então trocaram seu dinheiro pelo bilhete premiado. Parabéns telemarketing por usar um truque tão bom e velho!
E não termina aqui. Porque mais do que telemarketing, eu odeio o telemarketing da Abril. Próximo post.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Sabe eu tenho ouvido muito absurdo durante minha vida toda. O mundo é um show de intolerância. É um tal de "para eu ser melhor, o outro tem que ser pior" que me enoja enormente.
Mas, nas últimas duas semanas, eu tenho aguentado a pior sessão de intolerância, prepotência, imcompreensão e miopicidade que já vi.
Eu fiz uma escolha questionável de um milhão de maneiras e estava aberta a ouvir todas as perguntas daquelas que amo e considero. Não ouvi perguntas. Não ouvi "porquê?". Não vi nenhum interesse, ou uma tentativa de olhar duas vezes para o que estava acontecendo.
O que eu vi, ouvi e aguentei foi gente que não deu nenhum crédito a minha capacidade de discernir. Que não me perguntou e não se preocupou em respeitar o que escolhi. Engraçado, acreditei que algumas dessas pessoas eram capazes de um pouco mais. Mais respeito, um olhar mais profundo e mais escuta. E o que eu recebi? Pré-conceitos. E quem me respeitou (obrigado, ao menos isso...) não consegue se desprender de as coisas que já foram.
Ah um ser humano aqui. Dois. Entendo todas as coisas, mas estou cansada. Entendi todas as coisas, me deem uma folga.
Quem aqui SEMPRE encarou o mundo desarmado, de cara limpa? Então nenhum de vocês tem um monte de maneiras de lidar com as merdas do mundo? Vejo um monte de gente se fechando, não lidando com relações, se entopindo de álcool, remedios, maconha e por ai vai (para não falar de escolhas piores). Então todo mundo faz merda, se defende, mas é apontar o dedo para alguém como pior, mais sujo, mais feio. Quem ganha? Quem é mais limpo, melhor, mais bonito? Hurum... É claro.
Isso vindo de pessoas que eu achava que eram sem preconceitos por já terem passado por isso na vida, que defende o respeito e algumas ainda por estarem em um ambiente que sua formação EXIGE respeito pelo outro, escuta e olhar mais profundo. Fico com um sentimento de hipocrisia. Dá pena.
Mas, nas últimas duas semanas, eu tenho aguentado a pior sessão de intolerância, prepotência, imcompreensão e miopicidade que já vi.
Eu fiz uma escolha questionável de um milhão de maneiras e estava aberta a ouvir todas as perguntas daquelas que amo e considero. Não ouvi perguntas. Não ouvi "porquê?". Não vi nenhum interesse, ou uma tentativa de olhar duas vezes para o que estava acontecendo.
O que eu vi, ouvi e aguentei foi gente que não deu nenhum crédito a minha capacidade de discernir. Que não me perguntou e não se preocupou em respeitar o que escolhi. Engraçado, acreditei que algumas dessas pessoas eram capazes de um pouco mais. Mais respeito, um olhar mais profundo e mais escuta. E o que eu recebi? Pré-conceitos. E quem me respeitou (obrigado, ao menos isso...) não consegue se desprender de as coisas que já foram.
Ah um ser humano aqui. Dois. Entendo todas as coisas, mas estou cansada. Entendi todas as coisas, me deem uma folga.
Quem aqui SEMPRE encarou o mundo desarmado, de cara limpa? Então nenhum de vocês tem um monte de maneiras de lidar com as merdas do mundo? Vejo um monte de gente se fechando, não lidando com relações, se entopindo de álcool, remedios, maconha e por ai vai (para não falar de escolhas piores). Então todo mundo faz merda, se defende, mas é apontar o dedo para alguém como pior, mais sujo, mais feio. Quem ganha? Quem é mais limpo, melhor, mais bonito? Hurum... É claro.
Isso vindo de pessoas que eu achava que eram sem preconceitos por já terem passado por isso na vida, que defende o respeito e algumas ainda por estarem em um ambiente que sua formação EXIGE respeito pelo outro, escuta e olhar mais profundo. Fico com um sentimento de hipocrisia. Dá pena.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Sobre camisas diferentes, preconceitos idiotas e como meu ônibus foi quase sequestrado.
Hoje eu passei por uma situação que nunca imaginei na vida. Estava em um terminal e vi uma galera de uma torcida fazendo bagunça, achei até engraçadinho apesar de eu estar em outro clima. O ônibus que estava esperando é um desses que para, desembarca o povo, embarca outros e sai. BEM RÁPIDO. Antes que eu pensasse qualquer coisa estava gritando para o motorista esperar e entrei sem ponderar se poderia esperar outro ou não.
De boa até nos chegarmos em um ponto e uma GALERA dentro do ônibus gritar insamente “NÃO PARA MOTORISTA!”. Não entendi nada na hora e só fui entender realmente ao final da história, mas para vocês, leitores vou explicar agora. Dentro do ônibus tinham basicamente só pessoas de uma das torcidas de Floripa. E fora, no ponto, estava a torcida adversária.
Acontece que o motorista, como eu, não estava ciente de nada disso e parou o ônibus. Nesse momento um cara da torcida que estava de fora entrou no ônibus supostamente armado (eu não vi, mas armado pode ser até com soco inglês) e começou a falar várias coisas bem irritado. Acho que poderia até dizer que ele estava puxando uma briga, mas não sei realmente o que aconteceu antes, preferido dizer a sensação que tive, que peguei um meio de uma briga de dois lados bem bravos. Bem os caras de dentro do ônibus pularam a catrata para parte da frente e baterem nesse sujeito até ele sair do ônibus.
Depois disso disseram para o motorista tocar até o centro sem parar (abrindo duas exceções para que alguns passageiros pudessem descer). O cobrador mudou o nome do ônibus para “Especial” e tocou direto.
Cara eu não sou dessas pessoas que acha que “nós pessoas de bem não deveríamos passar por isso por causa dessas pessoas malvadas de torcida”. Não compro esse discurso não. Ser de uma torcida não torna mesmo humano ou valoroso.
Só que assim, nada justifica restringir a liberdade do outro. A briga, até onde entendi, foi porque uma torcida foi até o lugar que “é” da outra. Pouco me importa se é injusto falar que uma torcida que um lugar é dela, ou que uma torcida tenha provocado a briga indo até o espaço da outra.
A questão é que qualquer um tem o direito de vestir a camisa que quiser, torcer para quem quiser e subir no ônibus que quiser sem ser ameaçado em sua vida ou mesmo tranquilidade. Se nem mesmo posso estar em um ônibus sem me ver envolvida em uma briga, sem sentido, burra, que obviamente não vai levar a lugar algum, então o que está garantido?
Tem-se muito medo do que se é diferente. De uma cor de pele diferente, uma escolha sexual que não é sua, um som que você não ouve, uma religião que você desconhece e uma camisa com cores diferentes da sua. Qual a diferença entre esses medos? Nenhuma. Todos usam máscaras de paixões e não entendimento. Besteira.
No meio disso, meu ônibus não seguiu seu curso. Até onde eu saiba quando alguém obriga que um veículo não siga seu curso para que isso para seu benefício, é seqüestro. Para que? Para veicular uma briga sem fim.
De boa até nos chegarmos em um ponto e uma GALERA dentro do ônibus gritar insamente “NÃO PARA MOTORISTA!”. Não entendi nada na hora e só fui entender realmente ao final da história, mas para vocês, leitores vou explicar agora. Dentro do ônibus tinham basicamente só pessoas de uma das torcidas de Floripa. E fora, no ponto, estava a torcida adversária.
Acontece que o motorista, como eu, não estava ciente de nada disso e parou o ônibus. Nesse momento um cara da torcida que estava de fora entrou no ônibus supostamente armado (eu não vi, mas armado pode ser até com soco inglês) e começou a falar várias coisas bem irritado. Acho que poderia até dizer que ele estava puxando uma briga, mas não sei realmente o que aconteceu antes, preferido dizer a sensação que tive, que peguei um meio de uma briga de dois lados bem bravos. Bem os caras de dentro do ônibus pularam a catrata para parte da frente e baterem nesse sujeito até ele sair do ônibus.
Depois disso disseram para o motorista tocar até o centro sem parar (abrindo duas exceções para que alguns passageiros pudessem descer). O cobrador mudou o nome do ônibus para “Especial” e tocou direto.
Cara eu não sou dessas pessoas que acha que “nós pessoas de bem não deveríamos passar por isso por causa dessas pessoas malvadas de torcida”. Não compro esse discurso não. Ser de uma torcida não torna mesmo humano ou valoroso.
Só que assim, nada justifica restringir a liberdade do outro. A briga, até onde entendi, foi porque uma torcida foi até o lugar que “é” da outra. Pouco me importa se é injusto falar que uma torcida que um lugar é dela, ou que uma torcida tenha provocado a briga indo até o espaço da outra.
A questão é que qualquer um tem o direito de vestir a camisa que quiser, torcer para quem quiser e subir no ônibus que quiser sem ser ameaçado em sua vida ou mesmo tranquilidade. Se nem mesmo posso estar em um ônibus sem me ver envolvida em uma briga, sem sentido, burra, que obviamente não vai levar a lugar algum, então o que está garantido?
Tem-se muito medo do que se é diferente. De uma cor de pele diferente, uma escolha sexual que não é sua, um som que você não ouve, uma religião que você desconhece e uma camisa com cores diferentes da sua. Qual a diferença entre esses medos? Nenhuma. Todos usam máscaras de paixões e não entendimento. Besteira.
No meio disso, meu ônibus não seguiu seu curso. Até onde eu saiba quando alguém obriga que um veículo não siga seu curso para que isso para seu benefício, é seqüestro. Para que? Para veicular uma briga sem fim.
sábado, 8 de agosto de 2009
AH.
Que saco.
Cansei de rodear minha mente pelas mesmas pessoas insanas que só me consomem.
Já sou bem grandinha para ficar longe de quem me faz mal. E juro que tenho conseguido não ir atrás de problema. Mas que saco essa coisa de ficar aqui perdendo tempo pensando naquela pessoa!
To de saco cheio!
Quero minha mente livre de você!
Bjomeliga.
Fui.
Que saco.
Cansei de rodear minha mente pelas mesmas pessoas insanas que só me consomem.
Já sou bem grandinha para ficar longe de quem me faz mal. E juro que tenho conseguido não ir atrás de problema. Mas que saco essa coisa de ficar aqui perdendo tempo pensando naquela pessoa!
To de saco cheio!
Quero minha mente livre de você!
Bjomeliga.
Fui.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
esse calor
"Não fale desse jeito comigo que eu não gosto
Eu tô fingindo calma com a alma carregada
Não fale desse jeito comigo que eu não quero
Não se meta nem comigo nem com o povo que eu paquero
Não fale desse jeito comigo que eu detesto
Tão dizendo nas esquinas, nas quebradas, é que eu não
presto
Esse calor que sai de você embaçou o meu retrovisor
Você não quer que eu olhe pra trás e diz que o passado
já passou
Esse calor que sai do cigarro que você fuma falando de
amor
Não fale mais, o futuro é a arma da ilusão que foi
você que carregou
Não fale desse jeito comigo que eu atiro
Eu tô num dia lindo com minha nuvem carregada
Que não cruze o meu caminho quem me despreza
Na guerra eu tô no meu direito e já inventei a minha
reza
Eu jogo pra ganhar e de ninguém eu tiro
E se não escutou, eu uso o berro, eu uso o grito
Não fale desse jeito comigo que eu não gosto
Não fale desse jeito comigo que eu não quero
Não fale desse jeito comigo que eu detesto
Não fale desse jeito comigo que eu não gosto"
x@ pra vc, de presente
[keim dah o tapa sempre espera o retorno]
de alguma forma estranha, a culpa eh sua ¬¬
naum sei pq...
naum sei como...
mas desde então as coisas tem acontecido assim
Eu tô fingindo calma com a alma carregada
Não fale desse jeito comigo que eu não quero
Não se meta nem comigo nem com o povo que eu paquero
Não fale desse jeito comigo que eu detesto
Tão dizendo nas esquinas, nas quebradas, é que eu não
presto
Esse calor que sai de você embaçou o meu retrovisor
Você não quer que eu olhe pra trás e diz que o passado
já passou
Esse calor que sai do cigarro que você fuma falando de
amor
Não fale mais, o futuro é a arma da ilusão que foi
você que carregou
Não fale desse jeito comigo que eu atiro
Eu tô num dia lindo com minha nuvem carregada
Que não cruze o meu caminho quem me despreza
Na guerra eu tô no meu direito e já inventei a minha
reza
Eu jogo pra ganhar e de ninguém eu tiro
E se não escutou, eu uso o berro, eu uso o grito
Não fale desse jeito comigo que eu não gosto
Não fale desse jeito comigo que eu não quero
Não fale desse jeito comigo que eu detesto
Não fale desse jeito comigo que eu não gosto"
x@ pra vc, de presente
[keim dah o tapa sempre espera o retorno]
de alguma forma estranha, a culpa eh sua ¬¬
naum sei pq...
naum sei como...
mas desde então as coisas tem acontecido assim
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