Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de agosto de 2020

Impresso na pele

 Já faz tanto tempo que nós dois fomos nós dois. Muito mais tempo do que o mundo sabe. Porque nós não somos nós, muito antes dessa relação terminar.

Mas, ainda assim, aquelas tardes em seu apartamento estão impressas na minha pele. Aquele curto período de tempo de paixão e amor, em que nossos corpos realmente pareciam ser apenas um e a gente só queria nunca mais sair dali. Quantas vezes dissemos isso?

O sexo parecia uma oferenda ao nosso amor. Era lindo, mágico... Na minha lembrança até a luz parecia mágica. E quando falo de amor por ai... Eu penso nesses dias. 

Sinto em cada parte do meu corpo um arrepio, depois a falta e a tristeza. Onde a gente perdeu aquela conexão? 

Infelizmente eu tenho descoberto que a resposta é quando eu comecei a fingir não ver os problemas. Eu passei tanto tempo querendo garantir nossa felicidade, nosso sonho, nossa normalidade, que empurrei os problemas tanto quanto você (ou mais). Você mentia e eu fingia que acreditava... "Deixa para depois, isso não é importante." Mas era. Tudo era importante, para manter aquela conexão.

De tudo da nossa história, eu evito pensar nesses primeiros dias. Quando penso é como se o corpo inteiro levasse um choque e a tristeza é gigante. Porque isso era raro. E se quebrou. 

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Tudo o que queremos em um homem

O mundo ta muito complexo e tenho escutado muito que não da de saber o que as mulheres querem em um homem.
Não é muito. Vou falar por mim, porque cada um sabe só de si.
Quero um homem que admire. Que me ache sexy de blusa velha, porque conforto também é excitante. Que enlouqueça comigo na diversão, mas segure minha mão quando a confusão for emocional. Que não tenha medo de trabalhar para a relação melhorar. Que converse e fale quando discordar, mas que a escuta seja verdadeira. Que ao invés de me podar, me ajude a florescer.
Alguém de verdade. Disposto.
Não deveria ser muito, mas no meio de um universo de relações líquidas, isso é demais.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

(Des)encontro

A vida te deu de presente para mim. Nosso encontro foi tão aleatório, tão perfeito, tão tranquilo e honesto, que só sendo feito sob medida.
A vida nos presenteia com algo assim uma ou duas vezes. Talvez você tenha sido o maior presente da minha vida.
Não é triste como nos perdemos um do outro e de nós mesmos? O que houve conosco? Como nossa relação leve e especial se tornou difícil e sem significado? Porque desistimos?
Será que a vida irá nos presentear novamente com um encontro assim?

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Sintonia fina

É preciso encontrar algumas coisas na vida antes de encontrar o amor.

Em primeiro lugar é preciso se encontrar. O que eu quero da vida? O que me faz feliz? O que eu quero ter vivido em 5, 10, 20 anos? Depois é preciso encontrar o que você não quer. Descobrir o que é essencial para você vir e o que você está disposto a abrir mão. Assim que você afina suas prioridades, é preciso descobrir como viver em paz (o que te pertuba?), paciência com os outros e felicidade.

Não possível amar sem ser feliz primeiro. É preciso percorrer um caminho e deste caminho aprender a amar. A si, aos outros... E então (se foi essa sua escolha) a amar um companheiro de vida.

É fácil acreditar que é preciso sorte para se ter um amor, mas eu acho que é preciso chão. Como diria Perls, o amor é um encontro. Você precisa estar conectado consigo mesmo para quando esbarrar em alguém que esteja na mesma vibração dê tudo certo. Amor é sintonia.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Hoje mesmo abri em uma página do meu blog sobre o amor (e falar eu te amo a torto e a direito; e responder eu te amo por obrigação). E imediatamente lembrei disso:

"Imagine que alguém lhe diga esta noite, daqui a pouco: "Fico contente com a idéia de que você existe." Ou então: "Há uma grande alegria em mim; e a causa da minha alegria é a idéia de que você existe." Ou ainda, mais simplesmente: "Quando penso que você existe, fico contente..." Você vai considerar isso uma declaração de amor, e evidentemente com razão. Mas terá também muita sorte. Primeiro porque é uma declaração spinozista de amor, o que não acontece todos os dias (muita gente morreu sem ter entendido isso; aproveite!). Depois, e principalmente, porque é uma declaração de amor que não lhe pede nada. E isso é simplesmente excepcional. Vocês irão objetar: "Mas, quando alguém diz 'Eu te amo', também não está pedindo nada..." Está sim. E não apenas que o outro responda "eu também". Ou antes, tudo depende
de que tipo de amor se declara. Se o amor que você declara é falta (...), quando você diz "Eu te amo", isso significa "Você me falta" e portanto "Eu te quero" ("Te quiero", como dizem os espanhóis). Então é, sim, pedir alguma coisa, é até mesmo pedir  tudo, já que é pedir alguém, já que é pedir a própria pessoa! "Eu te amo: quero que você seja minha." Ao passo que dizer "Estou contente com a idéia de que você existe" não é pedir absolutamente nada: é manifestar uma alegria, em outras palavras um amor, que, é claro, pode ser acompanhado de um desejo de união ou de posse, mas que não poderia ser reduzido a ele. Tudo depende do tipo de amor de que se dá prova, por que tipo de objeto. E aí que residem, explica Spinoza, 'toda a nossa felicidade e toda a nossa miséria' "

Sponville - A Felicidade Desperadamente

sábado, 28 de dezembro de 2013

Pode-se ter o amor?


"Pode-se ter amor? (...)  Na realidade, existe apenas o ato de amar. Amar é uma atividade criadora.  (...)

Quando ele é vivido no modo ter, ele implica confinamento, aprisionamento ou controle do objeto que se “ama”. É sufocante, debilitante, emperrante, mortificante, estéril. O que se chama de amor é quase sempre um emprego equivocado da palavra, a fim de ocultar a realidade do desamor. (...)


Durante a corte, nenhuma pessoa está ainda certa quanto à outra, mas cada qual tenta conquistar. Ambos são vivos, atraentes, interessantes, sempre belos – tanto mais que a viveza sempre embeleza a face. Nenhum tem o outro; daí a energia de cada um dirigir-se a ser, isto é, a dar e estimular o outro. Com o casamento, a situação frequentemente muda de modo fundamental. O contrato de casamento dá a cada sócio a posse exclusiva do corpo, dos sentimentos e do cuidado. Ninguém mais tem que conquistar, porque o amor tornou-se alguma coisa que se tem, uma propriedade. (...) O que não veem é que não mais são a mesma pessoa que quando amavam um ao outro; que o erro de que se pode ter o amor levou-os a deixar de amar. Agora, em vez de amar um ao outro, ajustam-se para possuir o que possuem juntos: dinheiro, posição social, casa, filhos. (...)” (p. 60 e 61)

Erich Fromm - No livro "Ter ou Ser"

Eu poderia continuar, mas acho que já mostrei o ponto.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

O amor sempre trás o melhor das pessoas.
O nosso também é assim. Estendendo nossos limites, nos dando chances mais bonitas, nos mostrando novos lados.
E tem nossa bolha também. Dez centímetros acima do mundo real, de onde podemos avistar nossos sonhos.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Sobre o que nós amamos ouvir numa declaração

[Ou porque diabos a Nina fica com o Daniel.
Ou todos os motivos para amá-la]

-Eu não amo você. Eu amo é aquele sorriso que você dá, meio de lado, quando está irritada com alguém. Aquele que você bufa junto e logo desaparece e é substituído por uma erguida de sobrancelha. Ah, a erguida de sobrancelha, eu também amo isso. E tem aquele sorriso que escapa quando ninguém tá olhando e a risada de empolgação, amo essas coisas também. Eu amo quando você fica brava e quando eu digo que você está linda e você fica ainda mais brava. E eu amo seu silêncio que diz mil coisas. Cada vez que você faz uma dessas coisas eu lembro que não adianta pensar em te tirar da minha vida, porque meu coração para e dispara em busca do seu.

[Eu sei, eu sei, meloso pra cacete, mas o amor é o pior conselheiro para um escritor. Pelo menos a Nina fica feliz.]

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A gente descobre o amor de muitas formas. Um dia quando você compra aquele jogo caro de presente pro namorado cai a ficha que você ama ele. Amor mesmo, a sério. Ou enquanto você está assistindo um filme bobo no cinema.
As vezes você percebe que ligou a tv para ver aquele programa (futebol!) que ele gosta. É amor.
Um dia, devagar, se espalhando aos poucos, o amor de te pega. E ai ele te olha no fundo dos teus olhos. E você (eu.) boba para cheia de uma coisa indescritível. Mas é descritível, nesse caso é bem descritível, só é bem surpreendente. Em três palavras eu descrevi.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Uma das coisas mais divertida da vida é que ela é nossa melhor professora.
Eu me achava muito moderninha e super conhecedora de relações porque tive meus relacionamentos exatamente como quis. Incluindo amizade colorida. Na verdade me achava o máximo por conseguir seguir um monte de regras que a maioria das pessoas que conheci não conseguia. Também me sentia muito bem por equilibrar na corda bamba do início de uma relação, as emoções que as borboletas no estômago causam e o medo de assustar o outro.
Como disse, a vida ensina. Muito. Percebi que tudo isso de que me causava covinhas de orgulho eram também regras bem chatas de seguir. "Não devo falar isso agora." Muito pensado, pouco vivido.
De repente a vida me deu este presente que é viver, e só viver, algo bom. Sem pensar em "não posso dizer isso", "não quero que ele pense que estamos namorando", "não quero que a outra pessoa faça planos..." e sem forçar a barra. Só seguindo o fluxo, fazendo exatamente o que o corpo pede. É uma boa lição da vida.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Eu percebi uma coisa: não acredito mais em provas de amor.

Acho bem bonitinho declarações em público (apesar de meu humor variar e eu poder achar bem brega). Só que percebi que não sou muito adepta, apesar de adorar surpreender. E hoje me toquei porque. Acontece que não entendo o "x" da questão de todas as loucuras de provar o amor porque prova de amor é estar do lado certo?

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Eu tive muitas relações na vida, me apaixonei muitas vezes e de muitas formas. Sempre acreditei que amor é um sentimento muito difícil de acabar, na maioria das vezes ele muda de forma quando o relacionamento termina.

Hoje, talvez porque esteja amadurecendo, talvez porque esteja aprendendo a amar mais profundamente, acredito que amor de verdade muda a gente. Quando amamos saímos diferentes da relação, algo se altera dentro da alma. Nossa essência é tocada.

Não sei avaliar se no passado foi assim. Sinto que sai muito parecida com quem era das minhas relações anteriores. Também nunca fui muito aberta para elas, não deixei nenhum sentimento criar realmente raiz. Fui uma garota de muitas certezas e poucos sentimentos. Muito fogo também. Na vida me agarrei a muitas coisas, especialmente a mastros de navios furados.

Agora, mais aberta, com mais possibilidades, descobri caminhos que me modificam profundamente. Que me encheram de medo, na verdade. E dúvidas, muitas dúvidas, dúvidas que atormentam até agora, mas é, com certeza, um caminho que envolve amar intensa e profundamente.

[Não fosse amor, não haveria planos
Como uma onda quebraria cedo
Fosse um momento, não faria estragos
(...)]

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Pequenas revelações. (Nem tão pequenas assim)

Ou sobre sonhos, band-aid's, big bang e o amor. Ah o amor.

Ele estreou. Eu não estava lá.Eu brilhei no trabalho e não dividi com ele.
O problema de terminar uma relação não é terminá-la. É como arrancar band-ai: causa ansiedade, dói pra cacete, mas é de uma vez quando você simplesmente faz. E vem o alívio. O problema é depois.
O termino é como um big bang na vida pessoal. Explode, é grande, vai para todos os lados. Quando você acha que ele termina, não terminou. Tudo ainda se mexe. Se distancia, devagar.
Então você assiste seus sonhos escorrerem pelos seus dedos, se afastando. Como o natal. O natal que sonhei em passar junto com ele e o tablet que planejei presentear.

Dói muito mais.

[Em tempo: em algum lugar desse universo deve haver vida. Só o tempo cura.]

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Amores e Conquistas

Ontem andei sentindo muitas coisas. Estive me sentindo só e com saudades. Quis preencher isso com meus desejos de sedução.

Estava (e está ainda) tudo muito confuso e enovelado, mas senti, em primeiro lugar, que não poderia voltar a minha relação só por me sentir só. Então ri de mim mesma. Afinal por que mais ficamos com alguém? Se não é por querermos dividir nossa vida, se não é por carência, por que mais seria?
Em especial eu, quando me senti muito auto-suficiente, me mandei. Não sei me amar e ainda ao outro!

E aí veio o desejo de preencher esse espaço com conquistas mais baratas. Como quando se tem vontade de comer uma sobremesa muito elaborada e ao mesmo tempo um prato gigante de brigadeiro.
Eu desejei MUITO intensamente sair por aí e conquistar alguém. Literalmente fazer isso. Só para ter um minuto.

A conquista é um copo cheio, intenso, turvo, refrescante até. Eu sempre tomo em um gole só, porque a sede tmabém é gigantesca. Já o amor de uma relação é um copo pela metade que posso saborear. É bom, saboroso, é uma grande mistura de intensidade, só que tem de ser descoberto como em uma degustação de vinho. Eu com minha fúria desesperada logo perco o interesse, sinto aquilo como sem valor, morno, tedioso.

Oh deuses. Que será dessa pobre mortal sem jeito?

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Fritas, hamburger, amor e sexo

Hoje, eu e o @SteadyShooter criamos uma teoria.

Amor e sexo são como hamburger e batatas fritas. Quer ver?
Hamburger e batatas fritas são perfeitos juntos, mas você pode comer separados. Hamburger sem batata é sem graça... Já batata sem hamburger é gostoso igual (não igual, igual... mas na mesma quantidade). Você pode comer batata com tudo.

Leve em conta que o hamburger é o amor e as batatas o sexo (acompanhou né?). Bom, batatas são simples, você pode comer várias, são deliciosas e você pode apreciar até com, sei lá, sushi. E de vez em quando você pode sim comer batata com quatro queijo flambada! O sexo é assim, se você pensar. Simples, só é complicado se você quiser.

Hamburger são grandes, cheios de ingredientes e mudam de lugar para lugar. Para você ter uma idéia, dentro do Mc'Donalds os sanduíches mudam de franquia para franquia! E ainda tem aqueles hamburger's tão grande (tripo king) que não cabem na gente! Preciso dizer que o amor é complexo, cheio de ingrediente e as vezes nem cabe na gente?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Se eu ainda não tinha postado isso, não foi por falta e identificação. "Não vê que eu sou assim Perdida de amor Começo pelo fim Te amo desse jeito Meio do avesso Escolho valsas, véu,vestidos, flores pro altar E só depois de tudo paro e vejo Que você serve pra mim Dou nome ao nossos filhos e o seu eu mando tatuar E só depois de tudo paro e vejo Que você serve pra mim"

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A Bella e a Fera ao inverso

[Ela pegou a flor esfacelada no chão.
Sentiu em sua garganta um aperto enorme do choro que não queria sair.

"Algumas coisas se quebram."

Não tiveram coragem de ir além da frase óbvia. Ela queria recolher a flor e colar cada pétala se possível, isso não resolveria. Nada resolveria. Aquela rosa estava destruída.

Algumas coisas quebram e ponto.]

sábado, 15 de outubro de 2011

Só por uma noite

Eu procurei em outros corpos encontrar você
Eu procurei um bom motivo pra não, pra não falar
Procurei me manter afastado
Mas você me conhece eu faço tudo errado, tudo errado

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Hoje eu estava cansada, estressada e com todos os efeitos que advem de ambos: como dores no corpo, sem paciência, irritada algumas necessidades. Eu só não estava bêbada de sono, coisa que quando estou com sono e relaxada é divertido de ver.

Pois bem, estava eu toda tendo meu ataque.
Só que dessa vez *ele* me colocou no colo e, com mais cuidado do que qualquer outra pessoa já teve comigo, procurou uma posição para que eu pudesse ficar confortável! Apoiou minhas pernas com uma das mãos e colou meu corpo em um ângulo que pudesse dormir.

A despeito do nível absurdo de fofura que isso é, tenho algumas considerações importantes. Não sei quanto a vocês, mas para mim é muito difícil simplesmente estar com alguém num relacionamento saudável. Esta já por si uma premissa muito difícil. Sou dada a dramas mexicanos e a gostar de quem obviamente não gosta de mim. Estar ali e receber algo bom e isso ser fácil, uau, que incrível, assustador, lindo e intenso que é.

Em segundo lugar, mesmo estando constantemente comprovando que fácil e bom é da nossa relação, EXISTE, é real, ainda é meu não entregar meus problemas, me fazer de forte, ser a pessoa que cuida do outro. Ok, senta lá Claúdia. Essa é a Karina que o mundo conhece, ele conhece outra: a que ele conhece faz manha, bico, pede colo e se deixa ser ajeitada cuidadosamente.

Sabe porque? Porque é possível dividir com ele o que eu sinto, todas as coisas. Com ele posso me dar ao luxo de descer desse, sei lá, pedestal terrível de garota que aguenta qualquer tranco.

É bom ter alguém assim. É bom saber viver algo assim.
Só se pode estar numa relação quando se está pronto para ela.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Tudo sobre eu e Legião

-"Eduardo e Mônica" me ensinou que garotos mais novos é o que há.
-"Ainda é cedo" me ensinou que alguns amores acabam enquanto ainda existe paixão.
-"Dezesseis" me ensinou que um sorriso pode esconder tudo.
-"Eu sei"me ensinou que falamos de mais.
-"Faroeste Cabloco" me ensinou que todos fazemos dramas.
-"Meninos e meninas" me ensinou sobre a forma mais bonita de ser estar com alguém.
-"Sereníssima" me ensinou coisas bobas e profundas sobre mim.
-"Há tempos" me ensinou que minha tristeza é sempre exata, do tamanho do meu grito.