domingo, 21 de fevereiro de 2010

Avatar

Hoje fui ver o tal filme dos carinhas azuis que virou uma revolução no cinema e que todo mundo anda falando.

Quando terminou meu chuchu (o Gus), virou e olhou para minha e disse "tá vai lá... lá vem as críticas!"

Ah primeira coisa que tenho a dizer: eu gostei do filme. Mas como disse micheloliveira (em http://abracaocapeta.wordpress.com/2009/12/19/avatar-o-filme-mil-vezes-ja-filmado/) é um filme para se ver enquanto chove, ou para aproveitar o 3D.

A história é... boa. Os efeitos são do carralho! Os na'vi são fodásticamente lindos: com grandes rostos inspirados em animes para que nós babemos e ainda um "quê" animalesco excelente!

Mas é definitivamente previsível. Não me incomodou, mas incomodaria qualquer um que não estevisse absolutamente encantado com a cultura dos na'vi: para mim supera os elfos do Tolkien (um minuto para os chingamentos... eu achei MTO foda caramba! a maneira como as coisas se "encaixam" enfim, sem spoleir).

Como destaquei a cima: a cultura dos na'vi é o que mais vale a pena! Veria de novo só por isso.

Agora... eu tive muitas vezes a sensação que já tinha visto aquela história: parecia pocahontas, com Matrix e Eragon. Triste. O cara leva mais de dez anos e deixa a gente pensando, poxa eu sabia que isso ia acontecer... Precisava ser tão tão tão clichê? *biquinho*
Chega a dar raiva, o cara pensou na cultura inteira, já provou que podia fugir do óbvio.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Estou aqui por você, mesmo que você ignore isso.
Quero gritar isso a plenos pulmões pela simples desconfiança de que algo esteja errado na vida dele. Mas é burrice. Porque não há nada a ser feito, porque ele não quer nada de mim (talvez nunca tenha desejado e tenha tudo se resumido a delírios meus).

Porque garotas são burras?
Porque o amor ignora as regras que mantem as pessoas saudáveis?
Porque você simplesmente não vem e divide tudo?
Eu sei que posso ajudar. =~

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Então ele a abraçou e beijou. Era quente e cheio de desejo. Era o que ela queria, não era? Ela o pressiou com as pernas, ele percebeu como ansia, mas desejo de afastá-lo. Aquilo com certeza não era o que ela queria, ou não era quem ela queria.
O que estava fazendo. Conteve aquela onda profunda de medo e dor porque achou que poderia chorar. Tentou acompanhar o corpo do homem que estava em cima do seu, que lhe oferecia beijos e carinhos, mas parecia uma violência permitir que aquilo continuasse. Seu peito parecia que ia explodir, sabia que tinha engolido cada lágrima que ameaçou sair, mas algo novo estava vindo em forma de gritos ainda mais forte.
-Sai! Agora!
-Quê?
-Errado. Sujo. Saia. - Ela sentiu o corpo tremer enquanto o empurrava do sofá.
-Rin...
-Não... - O "não" quase não saiu, mas funcionou melhor que o resto, ele se afastou e saiu, deixando a sozinha.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Saudade daquele amor,
daqueles braços de sol,
quentes, claros, acolhedores.

E de sua cama.
E de sua roupa, tão pouco preta.
E de seu cheiro.
E de seus cachos.
E de seu silêncio.

E de nada disso.

E a vida segue, e eu não me arrependo de seguir com ela.
E isso é bom, e ruim.