Em algum momento, finalmente, houve uma explosão de raiva contra uma vida de cuidar do outro, de falta de apoio, de falta de compreensão. Foi uma necessidade tamanha que nada era suficiente. Era preciso compreensão e companherismo 100%. Nada menos do que isso. Não cabia mais em outras pessoas. Não havia tempo, nem amor para ninguém. E agora ainda há raiva, mas há a dor de deixar um algo tão bonito ir embora, especialmente assim: em meio a minha descrença e desamor.
"Deixamos de nos ver fazendo algum sentido
Amanhã ou depois, tanto faz se depois
For nunca mais... nunca mais"
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