quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Novas idéias

Olá,

venho por meio destaQuero contar sobre meu novo projeto. Vou tentar resumir a ópera, vamos lá. Eu já fui escritora de fanfics de HP (até tentei voltar, mas não rolou). Lá conheci o projeto FANFIC100.
O que é isto? Uma lista com 100 temas (em inglês e português eles diferem) que os autores são desafiados a escrever. As regras: devem ser shortfics (fanfics pequenas). Eu adorei a idéia, mas né? Agora que realmente quis fazer não consigo mais escrever com personagens do HP.

Então vamos ignorar que o projeto é sobre fanfics ok? Feito? Bele. São 100 temas. E eu vou postar textículos (sim, textos pequenos...) numa aba ali do lado separado (Pedaços).
No título vou colocar o número do tema e o tema em inglês e a tradução que meus amigos fizeram para mim (sou inútil em inglês ainda). Como o de hoje: "36. Precious Treasure (Precioso Tesouro)"

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Novos caminhos.

Sou otimista. Eu acredito no melhor das pessoas. Sempre acreditei e nem consigo fazer diferente. Para me convencer do contrário, alguém precisa passar mais ou menos uns quatro anos me ferindo, então eu desisto.
Também confio que sempre podemos fazer escolhas melhores. Como diz uma grande professora minha, "Se não acreditasse na mudança, fechava a porta do consultório e ia embora". Eu estou abrindo as portas do meu consultório, logo creio muito em mudanças, mas (sempre tem um não é) também vejo que mudar não é simples.
A maior parte das vezes em que podemos escolher um novo caminho, que nos leve aquelas mudanças que tanto queremos, trememos de medo, o desconhecido as vezes parece pior que a dor que o velho caminho para casa nos traz.

Isso tudo, é claro, é chover no molhado. Quem nunca se viu, consciente ou não, indo exatamente na direção daquilo que gostaria de se afastar. Ok. História velha então? Nem tanto. Porque, dizem por ai que se você entender que é preciso coragem e uma dose extra de entendimento de si para ir em frente e tudo muda.
Estamos aqui. No ponto em que eu deixei a velha estrada do conhecido e dolorido para o novo. Deixei os meus amores quebrados que pediam de mim cuidado, atenção e amor extremos. Escolhi deixar isso para trás e os passos seguintes foram simples e fáceis. E vivi coisas novas, fáceis, boas. Me deixei ser cuidada.

O problema de mudar é que mesmo depois da escolha feita pode ser muito difícil se manter nesse lugar novo. É como aquela cadeira nova. Tinha uma cadeira para a mesa do computador. Era verde e preta, velha. O estofado já tinha sumido, as regulações não funcionavam a anos. Odiava ela inteira, do xadrezinho rídiculo aos barulhos. Então troquei por uma vermelha, linda, macia, com regulação para deitar as costas. Só que as vezes eu simplesmente não achava posição!
Me sinto assim muitas vezes. Esse não é meu lugar habitual, não acho aquele lugar habitual. Tem espaço... Me dá medo. Porque apesar das comparações, se acostumar com uma cadeira e com um relacionamento totalmente novo é bem diferente, certo?

Dizem que o primeiro passo é sempre o mais difícil. Eu discordo, acho que o caminho inteiro é muito difícil. Sou só eu?

[Ps. Graças ao C. tem sido bem mais fácil quando eu paro de enlouquecer e respiro fundo. É bom ter alguém para segurar minha mão.]

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Sobre todas as alegrias e tristezas do mundo

No último mês essa garota aqui foi dormir feliz. Porque aquele cara entrou na vida dela mudou tudo. Ela se permitiu mudar é verdade. Lutou muito. Fez todas as merdas possíveis (e as jogou no ventilador muitas vezes). Aí limpou a casa e esperou por ele. E veio. E ela ainda tem pesadelos em que nada disso é real. Mas é.
Hoje essa garota vai dormir triste. Nada disso mudou, e com certeza ele ainda será a primeira coisa que ela pensará pela manhã, mas hoje em seu coração está pesando as dores que ela carregou e que consegue ver tão claramente ali do outro lado. Arriscando tudo eu continuo a escrever exatamente o que se passa em seu coração.
Eu vejo em seus olhos as dores que sinto aqui. E isso me parte. E isso me puxa como os abismos sempre me puxaram. Todos eles. Algo em mim sempre vai sentir o abalo. Vai se partir em dois como sempre fez quando ver algo assim, tão próximo de mim, tão humano. Não sei simplesmente não olhar, achar bobo a dor do outro. Eu sinto aqui dentro.
Estou feliz por poder ajudar de outras formas, sem me jogar nos abismos como antes. Estou feliz de ter para onde ir. Estou feliz que essa sombra vai passar.

[E logo voltamos a programaçao normal do blog]