segunda-feira, 25 de maio de 2009

A certas horas que já não importa mais. Não importa quem falou, quem foi embora, quem se machucou.
A certas horas que já não importam mais os nomes, os rostos e as histórias.

As vezes com um vento, uma lembrança, todos eles se confundem. As histórias, os erros, as escolhas, as lágrimas.
A verdade é que partimos nossos corações tantas vezes na vida que ainda doi.
E seguir em frente tem mesmo dessas coisa: um dia dói.
Parece que se você banca a garota má não funciona, se banca a boazinha também não. E não é porque todas as escolhas foram erradas. Elas foram todas certas, escolhemos e ganhamos e perdemos. Todos os dias.

Só queria entender qual é o caminho. Escolhemos a linha reta, aquela curvinha com paradinha estratégica antes de seguir, ou a guinada para outro lugar. Todos parecem bons e ruins. Todos trazem risadas e lágrimas.
Acho que o problema não é escolher, é já conhecer os resultados.


E antes que digam que não devemos "bancar" personagem algum, já vou logo dizendo que todos os personagens vivem em nós.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

o que é respeito?
qto uma família é realmente capaz de respeitar o direito de um membro?

As famílias saum como grandes grupos coercivos e maus. Quem não se enquadra paga. Quem não segue as ordens paga. Você quer sair, mas o grupo se impõe.

Como fazer da família algo mais que isso? Fazer com que todo o sentimentalismo dispensado a elas sirva para algo bom?