terça-feira, 12 de junho de 2007

A maldição do 12 de junho

Ah... O amor...

sabia.q.70%.dos.casais.terminam.antes.dos.dia.dos.namorados?
q.o.preço.médio.dos.presentes.este.ano.é.75.reais?
q.esta.eh.a.terceira.data.mais.lucrativa.para.o.comercio?

pois eh...
eh o amor...
entaum se hj vc levantou trsite por estar solteira
ou por ELE naum estar ali
lembre-se
amor soh eh amor, qdo a gente se ama tbm
qdo uma data naum eh mais do isso
UMA DATA
dia d amar eh todo dia
claro... existe aniversario d primeiro bjo, d namoro, d ficada...
e existe o dia 12 de junho
eh fofo
(mtooo fofo)

mãs... amor eh mais q isso afinal

hj eu particularmentei passei o dia cmg
(tudo bem eu to d cama... entaum naum poderia ser d outro jeito mesmo)
hj seria um dia normal, a naum ser pelo fato q bem... me dou ao direito d suspirar mais
e suspiro pelas coisas boas em geral
passeie na beira-mar
com as amigas, com ele, com o cachorro, com sua sombra
sorria
e cante!

em ultimo caso coma brigadeiro

domingo, 3 de junho de 2007

Amanhã vai ser maior!


*foto de 2006 - dia emocionante

Por elaine tavares - jornalista no OLA

Os últimos dias em Florianópolis foram de luta a mobilização. Durante toda a semana, os estudantes do Colégio de Aplicação viveram cenas dramáticas dentro do campus da UFSC. A cada proposta de manifestação contra o aumento da tarifa de ônibus, que passou de 2,10 para 2,40, a PM aparecia, com sua gente do grupo tático, carregando escudos, armas e bombas. O comando da operação não deixava dúvidas: "Eventuais lideranças, identifica, algema e leva preso". Essa era a ordem. Ainda assim, a gurizada não esmoreceu. Por diversas vezes realizou o catracaço - que é entrar no ônibus em grupo, sem pagar - e seguiu realizando manifestações e trancamento de rua. Nos jornais, a notícia era de que eles estavam promovendo a violência. Como sempre, a vítima vira vilão. Quem, com 13, 14 anos no máximo, pode ser violento contra um grupo da polícia de choque fortemente armado?

Na quinta-feira, depois de vários dias de mobilização, o movimento ganhou corpo e mais de quatro mil pessoas foram às ruas. Já não eram mais só os secundaristas e universitários brigando por passe livre. Aderiam ao protesto os sindicalistas, os movimentos sociais e a população em geral, que não suporta mais viver a odisséia do transporte desintegrado e ainda pagar caro por isso. Manifestações pacíficas e legítimas, visto que tamanho aumento impede o direito de ir e vir dos trabalhadores e das gentes em geral. E, afinal, esse não é o direito mais invocado pelos seres transformados em automóveis, que tanto questionam as mobilizações de protesto?

Mas, quem está preocupado com o direito da malta? Gente protestando é vista como ralé, turba, plebe rude. Para eles só a linguagem do cassetete, do gás, da bala de borracha. Não avisaram aí que as pessoas precisam se adequar ao que manda o capital? Se os empresários do transporte precisam aumentar seus lucros, quem é a plebe para discordar? Seu destino é abaixar a cabeça e seguir pagando. Paga-se, e caro, para poder ir e vir, dando lucros estratosféricos para os donos de ônibus. Esse direito dos patrões não pode ser questionado.

A ordem instituída, que defende os empresários, que monta proteção a shoppings, que prefere ferir a juventude a causar qualquer risco aos prédios privados do capital, não foi ditada pelo povo. Quem inventou as leis foram os donos do poder. O contrato social é uma farsa, do qual as gentes desconhecem as letras pequenas. O que existe é a imposição de uma ordem, emanada de cima, que defende apenas os interesses de alguns. Não há igualdade perante a lei.

Os empresários corruptos que, por anos, compraram licenças ambientais em Florianópolis, destruindo a natureza, nunca tiveram a tropa de choque nas suas portas. Foram elegantemente "detidos" pela polícia federal, muito fina. E, em poucas horas já estavam processando o estado pelo "constrangimento" que passaram. Não teve Helio Costa os chamando de vagabundos, não teve a cara enferruscada da burguesia dizendo que eles estavam ferindo seu direito de viver. A tropa de choque não é para os ricos, os que mandam, os que fazem as leis. A tropa de choque é para os pobres, os que protestam, os que insistem em gritar, como Jeremias no deserto, que esta ordem que aí está é que é a desordem.

Em Joinvile, a cidade do escândalo do Balé Bolshoi, que não respingou em ninguém graúdo, uma fábrica tocada pelos trabalhadores desde que o seu dono a faliu, foi tomada, também na quinta-feira, pela polícia federal, impedindo que a vida seguisse seu curso, impedindo que os trabalhadores continuassem ganhando seu pão com o suor do trabalho. A polícia a serviço de quem? Da propriedade privada, do capital! E aqueles que mantiveram a fábrica funcionando esse tempo todo agora são os bandidos, os loucos, os que vão levar borrachada, gás e pimenta, senão balas.

Na cidade de Florianópolis se instalou um clima de guerra, mas é bom que se diga: por parte da polícia. As manifestações são festivas, alegres, como o é a juventude. Eventuais excessos sempre são provocados pelos famosos "seres gris" que ninguém conhece. A ordem armada só defende os interesses do capital. Dizem que é para defender os direitos coletivos. Mas os direitos coletivos de quem? E os direitos coletivos dos trabalhadores, dos estudantes? Quem defende? Ninguém. A estes, balas. Até a Igreja Universal, que tem um templo gigantesco na Mauro Ramos, fechou suas portas quando a polícia dispersou as gentes com bombas, cavalos, cães e balas.

O mais triste é ver uma parte da população fazer o jogo do inocente útil. Reclamam dos estudantes e dos trabalhadores como se não fizessem parte desta classe. Preferem achar bonito que todas as ruas sejam trancadas para que aconteça uma festa do capital. Montar barracas para vender bugigangas não afeta o direito de ir e vir de ninguém, embora o trânsito fique parado por horas. Mas, gente lutando, sim.

O povo que enfrentou a polícia nesta quinta-feira em Florianópolis afirma que não vai parar. "Amanhã vai ser maior", gritam. Não estão nem aí para o "prendo e arrebento" da PM e muito menos para as ameaças do promotor público de Santa Catarina que afirmou estarem as lideranças do movimento sendo rastreadas, com prisão prestes a se cumprir. O povo em luta sabe que nada muda neste mundo capitalista se não for no enfrentamento. Uma outra ordem. É disso que se trata. Aquilo que os jornais chamam de bagunça de estudante, nada mais é do que a legítima vontade de vida digna.

O que talvez o movimento precise avançar é no encontro com seu verdadeiro antagonista, como bem lembra a professora da UFSC, Beatriz Paiva. Nos confrontos com a PM, são os soldados que aparecem como inimigos, quando na verdade, a mobilização deve caminhar na direção do prefeito da cidade, Dário Berger, o que permite uma tarifa tão alta. Se o movimento não se digladiar com ele, fica redutor e se esgota em si mesmo.

www.ola.cse.ufsc.br

sábado, 2 de junho de 2007

Amar é coragem

Ah... A verdade...

Interressante neh?
Tem quem diga que ela é o único remédio...
Tem quem diga que ela te persegue, e bom deve ter as pernas longas, porque mesmo saindo depois sempre alcança a mentira... ¬¬
Ela tem um bilhão d faces.... Sempre tem o outro lado... E sempre tem um novo olhar...

MAS, sabe que desse angulo fatos ainda são fatos??

Sabe... Amar é coragem e honestidade...


"Quando eu te vejo
Espero teu beijo
Não sinto vergonha
Apenas desejo

Minha boca encosta
Em tua boca que treme
Meus olhos eu fecho
Mas os teus estão abertos

Tudo bem se não deu certo
Eu achei que nós chegamos tão perto
Mas agora - com certeza eu enxergo
Que no fim eu amei por nós dois

Esse foi um beijo de despedida
Que se dá uma vez só na vida
Que explica tudo sem brigas
E clareia o mais escuro dos dias

Tudo bem se não deu certo
Eu achei que nós chegamos tão perto
Mas agora - com certeza eu enxergo
Que no fim eu amei por nós dois
Mas você lembra! Você vai lembrar de mim
Que o nosso amor valeu a pena
Lembrar é o nosso final feliz
você vai lembrar...vai lembrar...sim..."

[Nenhum de nós - Você vai lembrar de mim]


E sabe quem tem muitos lados e angulos desconhecidos? EU!
Depois eu que sou a louca... ¬¬