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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Ou você se apaixona, ou não.

Paixão não é algo que você controla. Ou existe, ou não.

Cada tentativa de envolvimento me lembra que o que é mais único não se repete, não se força, não precisa fazer sentido.

L. foi meu melhor sexo
C. foi minha maior paixão
M. foi meu maior amor.

(Queria dizer que nada foram melhores que as melhores noites com M., porque com amor tudo é melhor).

É difícil se relacionar quando você sabe como deveria se sentir se fosse real.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Todas as vezes que eu ouço "2 bicudos" eu lembro do L.

Tenho pensado muito nas coisas que aprendi. As pequenas coisas do dia-a-dia, sabe? Coisas como "belas pernas, que horas abrem?". Não é como se eu tivesse virado outra pessoa. Já era sacana e sempre via segundos e terceiros sentidos nas coisas, mas com ele aprendi novos parâmetros para isso.

Uma pena que sempre que lembre de algo bom, termine a frase com "isso foi antes de ele virar uma babaca". E é injusto, porque ele não virou um babaca. Eu passei a me respeitar ao ponto de não aceitar certas coisas.

E é engraçado, ele fez minha teoria ir por terra. Quando eu amadureci um pouco comecei a acreditar que todo amor pode dar certo, basta as pessoas tentarem! Mas olha eu aí, a super-poderosa achando que basta tentar bastante né? A MELHOR coisa que eu fiz por ambos foi dizer "nós não funcionamos juntos. não precisamos tentar de novo algo que está mais que provado". Isso me fez crescer. Me fez entender que é preciso maturidade, disponibilidade (e todas as coisas que já falei em outro post).
Estou feliz de poder lembrar de coisas boas. A pouco tempo atrás não tinha nenhuma lembraça que fosse saudável, eram todas distorcidas e amargas. E agora me lembro de como era divertido! De como por um tempo nos entendíamos no olhar e nos desconcertávamos.

"E foi assim que nos juntamos distraídos
Que no começo tudo é muito divertido
Mas sempre tinha um amigo pra falar
Que o nosso amor nunca foi feito pra durar"

domingo, 21 de março de 2010

Loiros e falar demais

"É, não foi por falta de me avisar. É, não adianta mais me consolar. (...)
Se eu te amei foi de verdade. Se chorei foi de saudade, foi saudade de você.
Eu quero viver mais uns 100 anos pra reparar os danos e um dia te encontrar por aí.
Deixa eu fazer parte dos seus planos pra consertar enganos é que eu tô aqui."

Um loiro me ensinou que tem horas que temos nos calar, tem horas que temos que ir embora. Agora com este outro desta espécime que parece só me dar dor de cabeça (ok, e grandes paixões) parece que é bem hora de ficar quieta e longe também.

Então vou calar o desejo de pedir "deixa?", ainda que esteja em meu coração. Já o resto posso falar em voz alta: espero viver o tempo para poder te encontrar e dar um abraço honesto como aconteceu com o loiro primeiro. =)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

A culpa é sua - Poema

Esse estava no meu pc, de presente para o Loiro a muito tempo.
Bem aí está:

{Engraçada esta vida, onde poeta feliz é poeta morto... Nenhum deles sabe escrever qdo se está feliz.}

A culpa é do teu sorriso
Que me ilumina e distrai
Das tuas mãos
Que me levam onde querem
Do teu óculos
Que te deixa cdf
Da tua boca
Que conta besteiras ao meu ouvido
Da sua chatisse
Que te faz lindo
Dos teus pecados
Que me fazem rir
Da tua braveza
Que te dá charme
Do teu corpo perto do meu
Que esvazia minha mente

Karina Matheus dos Santos, aula de histologia 18/06/08

sábado, 6 de dezembro de 2008

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Os dois se encararam na clareira. Baixaram as asas pálidas devagar, experimentando as reações do outro.
Era quase como um espelho: exceto pelo fato de que ela só sabia onde queria chegar e ele só sabia o caminho, eram iguais.
Igualmente perdidos.
Igualmente inúteis no amor.
Falo sério. Dois lindos anjos. Que nunca farão ninguém feliz.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Marque suas trilhas com algo melhor que pão.

Eu ainda posso ver-te escondido entre suas mentiras, mas acho que você esqueceu o caminho de volta.

É o que eu acho.

Talvez porque te pegue as vezes olhando em volta sem reconhecer a relva, a marca do tempo e o reflexo no lago.
Ou talvez, e sei que é isso que está pensando, seja porque fiz o mesmo: me perdi ai também.

Ah, se tu soubesse que caminhar é mais fácil que se lamentar, que a única coisa que te impede é temer a trilha.
A trilha nunca será pior que a clareira onde você para mais que uma noite.
Nunca acampe muito tempo, você esquece que não há perigo maior do que os de sua mente.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Se fosse escrever sobre os dois diria que ambos são solitários. Que acham que suas buscas não levariam a nada, porque no fundo não acham mesmo que sirvam para alguém.
No fundo eles tem medo, mas sabem disso e enfrentam. O problema maior é que tantas vezes deu errado que eles perderam a fé.

Se isso foi uma história minha sendo escrita acho que diria que quando eles se encontraram se reconheceram e acreditaram.
Mas, como isso não é algo que eu vá escrever, digo que eles se reconheceram e não acreditaram, mas ainda assim desejaram e o desejo os empurrou.



Tenham fé. Quero escrever meu livro.

sábado, 12 de julho de 2008

Meu pequeno morango

Cazuza que me perdoe...

Eu nunca quis a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida.
naum mesmo.
Sempre quis aquelas paixões avassaladores, cheirando a carro novo, potente e selvagem.
Por alguma razão, desconfio que meu lado escritra acha mais interessante, meu coração sempre desejou o turbilhão, a bagunça, a força avassaladora que só se pode experimentar quando ainda se é jovem e tolo.

Sei muito bem que estou falando de paixão, porque ela queima, porque é chama, consome e apaga. Mas assim que achei que sempre seria. Primeiro paixão, fogo, e o sabor de fruta mordida viria aos poucos, BEM aos poucos.

Mas, agora, me sinto tranquila, no embalo da rede, e isso me faz bem. Acho que aprendi todas as lições sabe? Sei que posso viver sem, sei que se um de nós tiver de ir ninguém vai impedir, sei que quero ficar, não quero nada além do que me é ofertado de alma lavada.

É a paz.

Não me leve a mal caro leitor (levando em conta que alguém lera esse pequeno "desabafo"), eu sinto meu coração sendo jogado no meio de um furacão quando ele me olha daquele jeito. Apenas isso não me consome, e isso é bom.

Não consumir, viver.
Não prender, ter.
Não roubar, ganhar.

Sei lá... Eu tenho a sorte de saber qual o sabor da fruta mordida.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Isso não é romance barato

De seus olhos vejo os meus
E as mãos entralaçadas na cama
E os sorrisos misturados

Aqueles que duvidam
Mandem que vejam novelas
Alguns de nós nunca quebram promessas.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

As dores do mundo que se danem

"O teu olhar caiu no meu
A tua boca na minha se perdeu
Foi tudo lindo tão lindo foi
Que eu nem me lembro o que veio depois"






Não é sério. É real. BEM real.

E isso é tudo que interessa em relação ao que sentimos.