segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Aquela novela mexicana boa

Um término é uma morte. A morte de sonhos, planos... de uma vida. É também o parte (com a sua dor) de uma vida nova. Até porque todo parto é a morte de uma vida e o início de outra.

E toda morte tem um luto. Eu sei que o luto não terminou quando olho para o que eu escrevo. Cadê os poemas? Onde está os textos sobre as viagens da vida, sobre opiniões aleatórias de coisas ainda mais aleatórias?

Meus últimos textos são sobre as feridas. As feridas antigas, as novas... Sobre as dores que ainda ficam muito evidentes em mim. E eles nem me representam bem. Porque minha vida tem sido muito boa na verdade. A questão é que só sinto vontade de escrever quando bate a dor. Só o drama me move. 


Vamos ver onde o drama leva?

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