domingo, 15 de janeiro de 2012

O tempo é uma coisa engraçada. Ele cura todas as feridas bem devagar. Um dia olhamos e aquela ferida pulsante é uma cicatriz, dessas que olhamos e dizemos para os amigos: "Hei! Você precisa ouvir como fiz essa!"

Ainda não sei o quanto isso é bom ou ruim. É muito bom fechar as feridas e poder olhar para trás sem se partir ao meio, com certeza, mas quantas histórias ficaram para trás?
Eu tenho medo de as coisas que o tempo muda, encerra e nos faz seguir. O ritmo da vida é tão atordoante.

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