O relógio virou a última hora do dia.
Achou metafórico. Sabia que aquele dia passaria e nada nem ninguém perceberia a diferença. Bom, ela
sabia.
Havia pintado as unhas e tinha aquele sapato novo brilhante esperando.
Bom, esperariam, porque tudo estava bem despedaçado. Mais que seu sapatos, ela queria sair de seu casulo quente e confortável, só não era tempo. Mesmo que o dia parecesse tão certo.
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