A blusa sempre a lhe cair por sobre um dos ombros preguiçosamente. Era como se todo o tempo a roupa escorregasse pela seda de sua pele para desnudá-la sem que ela lhe desse importância.
Rabiscava o papel cheio de linhas para serem escrita. Num movimento o tecido colorido de sua blusa escorregou mais por seu braço. Toda ela exalava aquela coisa que vagorasamente impregnava o ambiente com o sexo vindo dela.
Não era grotesco e escancarado, era sutil, avassalador e desejado.
Um comentário:
E quem seria essa garota? Ela existe? Se existe, eu quero...
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