A certas horas que já não importa mais. Não importa quem falou, quem foi embora, quem se machucou.
A certas horas que já não importam mais os nomes, os rostos e as histórias.
As vezes com um vento, uma lembrança, todos eles se confundem. As histórias, os erros, as escolhas, as lágrimas.
A verdade é que partimos nossos corações tantas vezes na vida que ainda doi.
E seguir em frente tem mesmo dessas coisa: um dia dói.
Parece que se você banca a garota má não funciona, se banca a boazinha também não. E não é porque todas as escolhas foram erradas. Elas foram todas certas, escolhemos e ganhamos e perdemos. Todos os dias.
Só queria entender qual é o caminho. Escolhemos a linha reta, aquela curvinha com paradinha estratégica antes de seguir, ou a guinada para outro lugar. Todos parecem bons e ruins. Todos trazem risadas e lágrimas.
Acho que o problema não é escolher, é já conhecer os resultados.
E antes que digam que não devemos "bancar" personagem algum, já vou logo dizendo que todos os personagens vivem em nós.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
o que é respeito?
qto uma família é realmente capaz de respeitar o direito de um membro?
As famílias saum como grandes grupos coercivos e maus. Quem não se enquadra paga. Quem não segue as ordens paga. Você quer sair, mas o grupo se impõe.
Como fazer da família algo mais que isso? Fazer com que todo o sentimentalismo dispensado a elas sirva para algo bom?
qto uma família é realmente capaz de respeitar o direito de um membro?
As famílias saum como grandes grupos coercivos e maus. Quem não se enquadra paga. Quem não segue as ordens paga. Você quer sair, mas o grupo se impõe.
Como fazer da família algo mais que isso? Fazer com que todo o sentimentalismo dispensado a elas sirva para algo bom?
sábado, 25 de abril de 2009
Onde está Julieta?
Minha prima sempre me conta de vários pequenos defeitos que ela ou o namorado têm, que atrapalham a relação. "Ninguém é perfeito", me diz ela.
Isso me faz pensar, se ninguém é perfeito porque apenas poucas pessoas imperfeitas realmente se encaixam com você?
Existe alma gêmea, mesmo cheio de conturbações e defeitos? E se existe é daquele tipo amor único, ou você encontra várias na vida?
Várias alma gêmeas torna tudo confuso! Quem é bom realmente?
É possível encontrar tudo numa pessoa só? As coisa que você precisa e as que você quer?
Ou o amor é uma conta de equilíbrio entre as qualidades necessárias e os defeitos toleráveis?
Isso me faz pensar, se ninguém é perfeito porque apenas poucas pessoas imperfeitas realmente se encaixam com você?
Existe alma gêmea, mesmo cheio de conturbações e defeitos? E se existe é daquele tipo amor único, ou você encontra várias na vida?
Várias alma gêmeas torna tudo confuso! Quem é bom realmente?
É possível encontrar tudo numa pessoa só? As coisa que você precisa e as que você quer?
Ou o amor é uma conta de equilíbrio entre as qualidades necessárias e os defeitos toleráveis?
sexta-feira, 27 de março de 2009
"Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais.
Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna, que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: apenas as duas pernas. Sei que somente com as duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar."
Clarice Lispector
Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna, que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: apenas as duas pernas. Sei que somente com as duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar."
Clarice Lispector
terça-feira, 24 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Ela acordou, o coração batia aos saltos. Estava sonhando... Era ele em seu sonho. Seu coração pulou três vezes.
Tinha de acreditar no que sentia. Seu coração, aos berros, dizia que aquilo era sim paixão.
Deus do céu precisava deixá-lo. Precisava parar de desejá-la, mas mesmo que quisesse, sabia que não poderia.
Como não desejar beijá-lo, estar com ele em lençóis quentes, deixá-lo escorregar as mãos pelo seu corpo?
Oh deus, em seu sonho ele apenas dera oi. E ela tentou despejar nele tudo o que sentia, sem sucesso. Nem dormindo podia tê-lo, nem dormindo podia deixar de querer.
Maldito.
Ela abraçou o travesseiro e sonhou acordada, que, ao menos, podia imaginar o que quisesse.
*Fatos reais*
Tinha de acreditar no que sentia. Seu coração, aos berros, dizia que aquilo era sim paixão.
Deus do céu precisava deixá-lo. Precisava parar de desejá-la, mas mesmo que quisesse, sabia que não poderia.
Como não desejar beijá-lo, estar com ele em lençóis quentes, deixá-lo escorregar as mãos pelo seu corpo?
Oh deus, em seu sonho ele apenas dera oi. E ela tentou despejar nele tudo o que sentia, sem sucesso. Nem dormindo podia tê-lo, nem dormindo podia deixar de querer.
Maldito.
Ela abraçou o travesseiro e sonhou acordada, que, ao menos, podia imaginar o que quisesse.
*Fatos reais*
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